Exposição coletiva
MOMENTOS DE NATUREZA 2025
Olhares Diferentes
A Mesma Paixão Pela Natureza
data: de 16 de julho a 07 de setembro de 2025
local: Sala Hélène de Beauvoir – Biblioteca da Universidade de Aveiro
Fotógrafos:
Aldiro Pereira
Hélder Bernardo
João Quintela
Tó Vieira
Momentos de Natureza 2025

Colpa sexmaculata
É uma vespa da família Scoliidae, pertencente à ordem Hymenoptera. Descrita por Fabricius em 1781, é conhecida por seu corpo robusto e coloração preta com manchas amarelas distintas, geralmente seis, que lhe dão o nome. Mede entre 15 e 25 mm e é frequentemente observada em ambientes abertos e floridos. As fêmeas são parasitóides de larvas de escaravelhos, especialmente de espécies do solo, desempenhando um papel importante no controlo biológico natural. Está presente em várias regiões de Portugal.
Lucilia sericata (mosca varejeira)
É uma mosca da família Calliphoridae, facilmente reconhecida pelo seu corpo metálico de cor verde brilhante. Mede cerca de 10 mm e é comum em ambientes urbanos e rurais, especialmente perto de matéria orgânica em decomposição. Tem importância ecológica na decomposição de cadáveres e também é usada na medicina em terapias com larvas para limpeza de feridas. Apesar disso, pode transmitir doenças ao pousar em alimentos contaminados.
Olhos atentos revelam aquilo que a floresta esconde.
o invisível que está mesmo à frente dos nossos olhos
camuflagem
CIGARRA
Serra da Boa Viagem - jul 2016
LIBELINHA
ISO 400 1/160s f/16 105mm
Vouzela
ISO 250 - 0,8s - f/16 - 105mm
Nikon D600 - SIGMA 106mm f/2.8
camuflagem
CIGARRA
Serra da Boa Viagem - jul 2016
LIBELINHA
ISO 400 1/160s f/16 105mm
Vouzela
ISO 250 - 0,8s - f/16 - 105mm
Nikon D600 - SIGMA 106mm f/2.8

Onde o sol se perde em sombras verdes.
tão envolvente e cheia de atmosfera
dupla exposição
Penoita, Vouzela - dez 2015
ISO 160 - 1/15s - f/8.0 - 105mm
Nikon D600 - SIGMA 106mm f/2.8
Tripé
dupla exposição
Penoita, Vouzela - dez 2015
ISO 160 - 1/15s - f/8.0 - 105mm
Nikon D600 - SIGMA 106mm f/2.8
Tripé

SALINA
A Biblioteca já tem a sua SALINA inteligente.
Mas antes da IA já muita gente IA à SALINA da UA

A natureza respira devagar entre luz e relevo.
uma cena quase cinematográfica de quietude e contemplação
Portal do Inferno, Serra da Arada, Covas do Rio, S. Pedro do Sul - out 2018
ISO 100 - 1/20s - f/13 - 105mm
Nikon D600 - SIGMA 105mm/2.8
Portal do Inferno, Serra da Arada, Covas do Rio, S. Pedro do Sul - out 2018
ISO 100 - 1/20s - f/13 - 105mm
Nikon D600 - SIGMA 105mm/2.8

Calomera littorails
Trata-se de uma espécie de besouro pertencente à ordem Coleóptera, família Carabidae, e subfamília Cicindelinae, popularmente conhecido como besouro-tigre. A natureza esconde predadores tão habilidosos quanto qualquer animal de grande porte, e este inseto é um exemplo fascinante disso. Pequeno no tamanho, mas gigante em agilidade, este inseto predador surpreende-nos com a sua incrível velocidade, movimentos coordenados e precisão letal na hora de capturar as suas presas.
Floresta adormecida sob véus de ouro.
onde a luz e o caminho se entrelaçam com a quietude da floresta
dupla exposição
Penoita - Vouzela - jan 2016
ISO 100 - 1/60s f/8 105mm
Nikon D600 - Sigma 105 mm
Tripé
dupla exposição
Penoita - Vouzela - jan 2016
ISO 100 - 1/60s f/8 105mm
Nikon D600 - Sigma 105 mm
Tripé

Maniola jurtina
É uma borboleta comum na Europa, pertencente à família Nymphalidae. Apresenta asas de coloração castanha com manchas alaranjadas e um característico “olho” preto com ponto branco nas asas anteriores. Mede entre 4 e 5 cm de envergadura. Habita prados, campos e margens de caminhos, sendo mais ativa nos meses quentes. As lagartas alimentam-se de gramíneas, enquanto os adultos preferem néctar de flores silvestres.
Empusa fasciata
É um inseto da ordem Mantodea, conhecido como louva-a-deus, com um corpo esguio e alongado e pode variar de cores, o que lhe permite camuflar-se eficazmente no ambiente natural, tal como acontece com este exemplar. Possui uma cabeça triangular e altamente móvel, com grandes olhos compostos que garantem excelente visão estereoscópica, essencial para localizar e capturar presas. As patas dianteiras são raptoriais, com espinhos afiados que ajudam a agarrar e imobilizar outros insetos, sua principal fonte de alimento, desempenhando por isso um papel importante no controlo biológico de pragas. A sua aparência exótica e comportamento predador fazem dele uma espécie fascinante tanto do ponto de vista ecológico como entomológico.
Pernilongo (Himantopus Himantopus)
É uma ave elegante de pernas extremamente longas e finas, com plumagem contrastante em preto e branco. Mede cerca de 35 cm e habita zonas húmidas como lagoas, salinas e estuários. O seu bico fino e reto é ideal para capturar pequenos invertebrados na água rasa. É conhecido pelo voo gracioso e vocalizações agudas, sendo comum em várias regiões de Portugal e do mundo.
Thymelicus lineola
É uma pequena borboleta da família Hesperiidae, conhecida pelo seu voo rápido e errático, e pela aparência compacta e robusta. Apesar de sua dimensão modesta, esta espécie revela uma série de adaptações ecológicas e comportamentais que a tornam uma presença marcante nos prados e margens de florestas da Europa. Desempenha um papel importante como polinizadora e como parte da cadeia alimentar, servindo de alimento para aves, aranhas e insetos predadores. Além disso, é um indicador de qualidade ambiental, pois a sua presença está associada a ecossistemas herbáceos bem conservados.
Ramos despidos contam segredos ao musgo que sobe devagar.
outono com um tom melancólico e poético muito subtil
Ecovia do Vez - jan 2025
ISO 250 1/250s - f/4.5 - 27.5mm
Nikon Z 7 - NIKKOR Z 15-50 f/3.5-6.3
Ecovia do Vez - jan 2025
ISO 250 1/250s - f/4.5 - 27.5mm
Nikon Z 7 - NIKKOR Z 15-50 f/3.5-6.3

Lagarta da borboleta-branca-grande-da-couve (Pieris brassicae).
Uma lagarta é por norma uma fase imatura das borboletas. A coloração desta lagarta (amarela e preta) serve como sinal de advertência aos seus predadores, como quem diz: “atenção, eu sou perigosa!”. E isso deve-se ao fato de extraírem substâncias das plantas que as tornam tóxicas ou desagradáveis, especialmente para aves. É comum vê-las nas hortas (couves) mas esta foi fotografada no campo, numa planta selvagem da família das couves, Cardamine pratensis (agrião-dos-prados).
Hyla arborea
Ao contrário da maioria dos anfíbios, que vivem predominantemente no solo ou em ambientes aquáticos, a Hyla arborea passa grande parte da sua vida em vegetação elevada, como arbustos, juncos e árvores de pequeno porte. Essa preferência por habitats verticais é possível graças aos seus discos adesivos nas pontas dos dedos, que funcionam como ventosas naturais. Esses discos permitem que a rã se mova com agilidade por superfícies lisas e inclinadas, mesmo em folhas molhadas ou caules finos. Este comportamento arborícola não é apenas uma curiosidade anatômica — é uma estratégia de sobrevivência. Ao viver acima do solo, a Hyla arborea evita muitos predadores terrestres e aproveita melhor os recursos alimentares disponíveis, como insetos voadores.
O Gerris lacustris
É conhecido popularmente como alfaiate ou sapateiro. É um inseto aquático, facilmente reconhecido pela sua capacidade de se deslocar rapidamente à superfície da água graças às suas patas longas e finas que distribuem o peso do corpo e evitam que afunde. o corpo é estreito e alongado, e está coberto por uma camada hidrofóbica que impede a penetração da água; alimenta-se de pequenos insetos que caem na água, que deteta através das vibrações transmitidas pela superfície, funcionando como um predador eficiente nos ecossistemas de água doce; é comum encontrá-lo em lagos, charcos, ribeiros de águas calmas e até em tanques, onde se move com agilidade, parecendo “caminhar sobre a água”, o que lhe vale os nomes populares associados à leveza e elegância dos seus movimentos.
Caminho solitário entre os últimos sussurros do outono e a promessa do inverno.
a figura solitária que caminha entre árvores despidas, parece quase surgir de um sonho de inverno
Las Médulas, León, Espanha - mar 2024
ISO 180 - 1/250s f/5.6 16mm
Nikon Z7 - NIKKOR Z 16.50mm f/3.5-6.3
Las Médulas, León, Espanha - mar 2024
ISO 180 - 1/250s f/5.6 16mm
Nikon Z7 - NIKKOR Z 16.50mm f/3.5-6.3

Dupla visão do sossego: a árvore e o seu eco de luz.
uma harmonia entre o céu tranquilo, a árvore solitária e os tons suaves da paisagem envolvente
dupla exposição
Ribeira de fráguas, Albergaria-a-velha, jun 2025
ISO 125 - 1/8s f/6.3 31mm
Nikon Z7 - NIKKOR Z 24-70 f/4
Tripé
dupla exposição
Ribeira de fráguas, Albergaria-a-velha, jun 2025
ISO 125 - 1/8s f/6.3 31mm
Nikon Z7 - NIKKOR Z 24-70 f/4
Tripé

Raízes na Terra, sonhos no céu.
a árvore parece tocar o céu com a sua elegância natural
dupla exposição
Carvalhal de Vermilhas - Caramulo - dez 2016
ISO 200 1/60s f/5.0 16mm
Nikon D600 - Tamron 16-26 f/2.8
Tripé
dupla exposição
Carvalhal de Vermilhas - Caramulo - dez 2016
ISO 200 1/60s f/5.0 16mm
Nikon D600 - Tamron 16-26 f/2.8
Tripé

FAZER A PONTE
Ligação estratégica entre campus.Ou como a UA te ensina que até para ir de um lado ao outro é preciso planear... e torcer para não chover.

Onde o tempo repousa à sombra das folhas.
árvore envolta numa luz suave que parece conter um instante de eternidade
dupla exposição
Ribeira de Carrazedo, Sever do Vouga - nov 2024
ISO 100 - 1/50s - f/4.5 33mm
Nikon Z - NIKKOR Z 24-70 f/4
Tripé
dupla exposição
Ribeira de Carrazedo, Sever do Vouga - nov 2024
ISO 100 - 1/50s - f/4.5 33mm
Nikon Z - NIKKOR Z 24-70 f/4
Tripé

PUZZLE P’RA PATOS
Um pato, dois patos, três patos... centenas de patos, o dobro das patas!
Confusão emplumada num Tetris de lagos.













